O DIABO GOSTA DE OVELHAS… REBELDES

Em um rebanho de ovelhas , é muito fácil descobrir e exergar algum intruso.

Olhamos e vemos as ovelhas , branquinhas, bonitas, da gosto de olhar .
E quando entra algum lobo no meio , ou algum bode , logo enchergamos .
E de pronto tomamos uma atitude .
Mas uma coisa que poucos param para pensar , é que o diabo se identifica logo com a ovelha negra, ou ovelha rebelde.
Pois lobos e bodes já estão nas garras dele.
A ovelha negra ou rebelde , tem pigmentações diferentes , tem marcas diferentes , pois rebeldia traz marcas .
E em seu momento de observação , tentando atacar , o diabo logo identifica as tais.
Olhando em um rebanho , notamos sempre as diferenças de cores das peles das ovelhas , e o diabo nota logo isso também.
Pois as ovelhas de JESUS CRISTO são limpas , brancas , diferente das rebeldes , negras, bodes e lobos.
Quando o diabo percebe que aquela ovelha esta suja , ele faz com que ela se suje mais, e
o diabo tem uma fabrica de tapetes de pele de ovelhas , e as suas matérias primas para essas confecções são sempre A PELA DAS OVELHAS REBELDES ,  que amam o pecado , das que vivem na mentira ETC.
Pois as ovelhas branquinhas são sempre guardadas pelo dono do rebanho , que cuida delas com tanto amor e carinho .
Diferente das ovelhas rebeldes , que se separam do grupo e passam a andar sozinhas.
Um prato cheio para um lobo com fome.
O DIABO GOSTA DE PISAR EM TAPETE DE OVELHAS , REBELDES.
Quando um lobo tenta entrar no meio das ovelhas , o pastor logo identifica , e passa lhe o bordão no meio das fuças dele, bem como os bodes , que também tentam pastar no mesmo pasto das ovelhas.
Mas pastor atento sempre protege as suas ovelhas .
Agora , quando falamos de ovelhas rebeldes , ovelhas negras , ovelhas que não gostam de ouvir seus pastores , como agir?A ovelha rebelde 

Ao visitar um aprisco, uma senhora não ocultou sua admiração ao observar a ternura e solicitude que os pastores dedicam aos seus rebanhos. Percebeu uma ovelha deitada sobre a palha, enferma. Indagou sobre sua doença e recebeu esta surpreendente resposta:
-Ele tem uma das pernas quebrada, e fui eu quem a quebrou – disse o pastor.
-Mas como? – interrogou a mulher, com um misto de assombro e indignação.
- Essa ovelha – disse o experiente pastor – era a mais inquieta e rebelde do rebanho. Apartava-se com frequência das demais, metia-se em áreas perigosas e ocultava-se em lugares de difícil acesso. Quando eu as chamava e todas me atendiam , ela se mostrava indiferente á minha voz, obrigando-me a deixar as demais em lugar seguro, para embrenhar-me nos espinheiros ou buscá-la á beira de precipícios, para recolocá-la junto ao rebanho.
Quantas vezes, empenhado no esforço de encontra-lá, o pastor teve que enfrentar animais ferozes que a espreitavam, pretendendo matá-la.
Há sempre uma ovelha negra na família.
Um dia, cansado com a ovelha rebelde, tomou o cajado e bateu-lhe numa das pernas, fraturando-a. Então, pondo-a de regresso ao aprisco, onde fez o curativo adequado.
- Agora – disse o pastor- ela está quase boa. Logo estará andando e tenho certeza de que não fugirá mais.
O mesmo, ás vezes, precisa Jesus fazem com a ovelha que anda fora da trilha. O Bom Pastor afirma: “Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso e arrepende-te.”
PASTORES , USEM DE TODA AUTORIDADE QUE DEUS LHES DEU PARA FAZER COM QUE AS OVELHAS SEJAM OBEDIENTES , POIS AS REBELDES COLOCAM TODO O APRISCO EM PERIGO.
OVELHA REBELDE
LOBO AMA A  PELE DE OVELHA
O BODÃO QUER PASTAR COM AS OVELHAS

Multidão de “curados sem Jesus”…na maioria das vezes!

É um tema bem delicado para ser retratado em poucas palavras, mas não posso ficar calado devido a tantas bobagens que tenho acompanhado através dos programas de televisão que se intitulam “programas evangélicos”, “programas cristãos” e por aí vai. Tudo bem que muitas igrejas acabam usando as bênçãos que Deus promete em sua palavra como “isca” para ganhar almas e de certa forma isso não é errado se for usado com base na bíblia sagrada. Mas o que mais me incomoda é ver tanta gente sem informação e preguiçosa que não querem ler a palavra de Deus, que não querem pagar o preço da santidade e obediência e acabam sendo enganadas a cada dia de suas vidas. Um “bando” de “ovelhas” desnorteadas indo atrás de seus interesses carnais sendo enganadas por toda sorte de doutrina humana e sem base bíblica, pessoas que muita das vezes acabam recebendo algo que não vem do Senhor Jesus Cristo, pois a própria bíblia nos revela que o nosso inimigo  no fim dos tempos poderá operar sinais e maravilhas tentando enganar os próprios eleitos de Deus. O nosso Deus realmente nos promete bênçãos e vitórias, mas não podemos esquecer que a palavra dEle nos diz que se atentamente ouvirmos a sua voz , guardar os seus mandamentos e não se desviar nem para direita e nem para esquerda, comeremos o melhor dessa terra, e que as bênçãos do Senhor nos alcançarão, sem que precisemos ficar correndo atrás delas. As pessoas tem ido atrás do Senhor pelas bênçãos que Ele oferece e sequer se preocupam em agradá-lo ou buscar a salvação de suas almas, e o pior os “líderes” não estão nem um pouco preocupados em ensinar o caminho que essas pessoas devem andar, estão preocupados apenas em ver suas “igrejas” cheias e faturando muito. Não se preocupam em saber se almas que ali estão deixaram o vício, a prostituição, o adultério, que aceitaram ao Senhor Jesus Cristo como seu único e suficiente salvador etc… não estão preocupados em pregar a palavra da salvação, o arrependimento, o perdão e o amor de Deus. Não querem ensinar  para essas pessoas que elas precisam de Deus e não das bênçãos que Deus pode dar. São milhares de pessoas que se “encontram” com o Senhor Jesus apenas por um momento, alguns ainda aceitam Ele como seu salvador e dias depois estão todas jogadas no lamaçal do pecado novamente por falta de ensinamento, apoio e acompanhamento por parte dos “líderes”. É uma pena, como o povo sofre sem saber que está sofrendo. Esses “líderes” ficam fazendo promessa para o povo: “faz um voto que Deus te dá a bênção!” ou “tem que sacrificar!” ou ainda, “ajuda a pagar o programa de televisão que Deus te dá o dobro!” e por aí vai, é um absurdo o que está sendo feito com o evangelho nos dias de hoje, na verdade nem podemos chamar isso de evangelho que quer dizer boas-novas, isso é um verdadeiro charlatanismo barato, mas infelizmente o povo gosta, pois como diz a palavra de Deus, o deus deste século cegou-lhes o entendimento para que não conheçam a verdade, o nosso inimigo sabe melhor que os “crentes” de hoje, que a verdade liberta, por isso tanta gente sendo enganada em busca de seus prazeres mundanos e carnais, sejam eles na vida financeira, vida sentimental ou ainda em sua saúde. Deus abençoe à todos, em outra oportunidade falarei um pouco mais.


“…eu é que fiz isto…” (1Rs 12.24)

    Meu filho, eu hoje tenho uma mensagem para você; quero segredá-la ao seu ouvido, para que ela possa dissipar as nuvens escuras que surjam na sua vida e amaciar os lugares ásperos que você tenha de atravessar. É breve, apenas cinco palavras, mas deixe-a penetrar no íntimo de sua alma e use-a como travesseiro onde reclinar a fronte cansada: EU é que fiz isto.

    Você já tinha pensado antes, que tudo o que lhe concerne também concerne a mim? Pois aquele que toca em você, toca na menina dos meus olhos (Zc 2.8). Você é muito precioso aos meus olhos (Is 43.4). Portanto, educá-lo é o meu maior prazer.

    Quero que você entenda que, quando as tentações o assaltam e o inimigo vem como um rio, fui eu quem o permitiu; que a sua fraqueza precisa da minha força, e que a sua segurança está em me deixar combater em seu lugar.

    Você está em circunstâncias difíceis, cercado de pessoas que não o compreendem, que não consultam o seu gosto, e o deixam de lado? Eu é que fiz isto. Eu sou o Deus das circunstâncias. Você não veio a este lugar por acaso; é exatamente o lugar que Deus tinha em mente para você.

    Você não Me pediu para torná-lo humilde? Veja, então, que eu o coloquei exatamente na escola em que essa lição é aprendida; seu ambiente seus companheiros só estão servindo para a operação da minha vontade.

    Você está em dificuldades financeiras? Está difícil fazer o dinheiro dar? Eu é que fiz isto, pois Eu sou o que toma conta da sua bolsa, e quero que busque os seus recursos em Mim e dependa de Mim. Meus suprimentos são inesgotáveis (Fp 4.19). Eu quero levá-lo a provar as minhas promessas. Que não seja dito de você: “Nem por isso crestes no Senhor vosso Deus” (Dt 1.32).

    Você está passando pelo vale da dor? Eu é que fiz isto. Eu sou o “homem de dores e que sabe o que é padecer”. Deixei que os recursos do consolo terreno o desapontassem a fim de que, voltando-se para Mim. você encontrasse a eterna consolação (2 Ts 2.16,17).

    Você aspirou fazer um grande trabalho para Mim, e em vez disso foi deixado de parte, num leito de dor e fraqueza? Eu é que fiz isso. Eu não conseguia a sua atenção nos seus dias atarefados e queria ensinar-lhe algumas lições mais profundas. Alguns dos Meus maiores obreiros são pessoas afastadas do serviço ativo, a fim de que possam aprender a manejar a arma da oração.

    Coloco hoje na sua mão este vaso de bálsamo santo. Use-o livremente, meu filho. Toda circunstância que se levantar, cada palavra que o ferir, cada interrupção que o queira impacientar, cada revelação da sua fraqueza seja ungida com ele. O ferrão desaparecerá quando você aprender a ver-Me em todas as coisas.


A VERDADEIRA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE

Buscar o Reino de Deus e sua justiça em primeiro lugar em nossas vidas, faz toda a diferença. Quando entramos na presença do nosso Deus com o intuito único de servi-lo, e buscar o seu reino, fica fácil suportar as dificuldade e aguardar as demais coisas chegarem sobre nossas vidas. Como diz o texto abaixo, o gentios, o mundo, as pessoas sem Deus é que procuram o benefícios carnais antes de buscarem a Deus, mas como somos um povo escolhido, um povo que avança em fé rumo a conservação da alma e que não retrocede para a perdição (Hb 10.39), estamos juntos buscando o Reino do nosso Senhor pois Ele é fiel e nos dará a cada dia conforme  a nossa necessidade, que Deus em Cristo vos abençoe.

Mateus 6.31-34

“31- Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? 32- Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; 33 – buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. 34 – Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal.”


MILHO DE PIPOCA PARA SEMPRE?

“Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.” 

Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.

Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.

Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais  quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que esta sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem  aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.

Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas  pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No  entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras, a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.

Extraído do livro “O amor que acende a lua”, de Rubem Alves.


DICAS PARA FAZER SUA IGREJA FRACASSAR


  1. Não freqüente a Igreja, mas quando for lá, procure algo para reclamar.
  2. Se comparece a qualquer atividade, encontre falhas no trabalho de quem está lutando pela obra de Deus, entretanto, sem indicar o caminho para corrigir as mesmas.
  3. Nunca aceite incumbência, lembre-se de que é mais fácil criticar do que realizar.
  4. Se os líderes pedir a sua opinião sobre o assunto, responda que não tem nada a dizer. Depois, espalhe como deveriam ser as coisas.
  5. Não faça mais do que somente o necessário. Porém, quando os líderes estiverem trabalhando com boa vontade e com interesse para que tudo corra bem, afirme que sua Igreja está dominada por um grupinho.
  6. Não leia os cartazes no mural da Igreja e muito menos ouça os avisos. Afirme que ambos não trazem nada de interessante, e, melhor ainda, diga que não os recebe regularmente.
  7. Se for convidado para um departamento qualquer, recuse alegando falta de tempo e depois critique com afirmações do tipo : “Essa turma quer é ficar sempre nos mesmos cargos …”.
  8. Quando tiver divergência com um líder, procure com toda intensidade impor-se.
  9. Coloque-se sempre na posição defensiva ou de ataque.

10. Sugira, insista e cobre a realização de cursos, palestras e novas programações. No entanto, quando a Igreja realizá-los, não se inscreva nem compareça.

11. Se tiver oportunidade de dar sugestões, não o faça. Se a liderança não adivinhar as suas idéias e pontos de vistas, critique e espalhe a todos que é sistematicamente ignorado.

12. Após toda essa colaboração espontânea, quando cessarem as publicações, as reuniões e todas as demais atividades, enfim, quando a Igreja morrer, estufe o peito e afirme com orgulho: Eu não disse?

Enviado pelo colaborador: Alexsandro Nogueira (obrigado, irmão).


Diga SIM A VIDA!


Murmuração e Ingratidão


Pr. Josmar Silva na COMUNIDADE


Cantor Gerson Ruffino na COMUNIDADE


Cantor Djalma Figueiredo na COMUNIDADE


Pr Adeildo Costa na COMUNIDADE


Temos que Diminuir


Natal – Um estudo mais completo para mostrar que não é e nunca foi uma festa cristã

Origem do termo

Do latim ‘natális’, derivada do verbo ‘nascor, nascéris, natus sum, nasci’, significando nascer, ser posto no mundo. Como adjetivo, significa também o local onde ocorreu o nascimento de alguém ou de alguma coisa. Como festa religiosa, o Natal, comemorado no dia 25 de dezembro desde o Século IV pela Igreja ocidental e desde o século V pela Igreja oriental, celebra o nascimento de Jesus e assim é o seu significado nas línguas românicas – italiano ‘natale’, francês ‘noël’, catalão ‘nadal’, espanhol ‘natal’( navidad de J.C), português ‘natal’.

Em inglês, a palavra que designa o Natal – ‘Christmas’ – provém das palavras latinas ‘Cristes maesse’, significando em inglês ‘Christ’s Mass”, missa de Cristo. Muitos historiadores localizam a primeira celebração em Roma, no ano 336 D.C.

De ‘natális’ deriva também ‘natureza’, o somatório das forças ativas em todo o universo. [[Imagem:merry.jpg

Aspectos históricos

De acordo com o almanaque romano, a festa já era celebrada em Roma no ano 336 d.C.. Na parte Oriental do Império Romano, comemorava-se em 7 de janeiro o seu nascimento, ocasião do seu batismo, em virtude da não-aceitação do Calendário Gregoriano. No século IV, as igrejas ocidentais passaram a adotar o dia 25 de dezembro para o Natal e o dia 6 de janeiro para Epifania (que significa "manifestação"). Nesse dia comemora-se a visita dos Magos.

Segundo estudos, a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno.

Portanto, segundo certos eruditos, o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus sol invencível", que comemorava o solstício do Inverno. No mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude.

Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes um novo significado, e uma linguagem cristã. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como "o sol de justiça" (Malaquias 4:2) e a "luz do mundo" (João 8:12) revelam a fé da Igreja n'Aquele que é Deus feito homem para nossa salvação.

As evidências confirmam que, num esforço de converter pagãos, os líderes religiosos adotaram a festa que era celebrada pelos romanos, o "nascimento do deus sol invencível" (Natalis Invistis Solis), e tentaram fazê-la parecer “cristã”. Para certas correntes místicas como o Gnosticismo, a data é perfeitamente adequada para simbolizar o Natal, por considerarem que o sol é a morada do Cristo Cósmico. Segundo esse princípio, em tese, o Natal do hemisfério sul deveria ser celebrado em junho.

Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica, no século 17 essa festividade foi proibida na Inglaterra e em algumas colônias americanas. Quem ficasse em casa e não fosse trabalhar no dia de Natal era multado. Mas os velhos costumes logo voltaram, e alguns novos foram acrescentados. O Natal voltou a ser um grande feriado religioso, e ainda é em muitos países.

O ponto de vista da Bíblia

A Bíblia diz que os pastores estavam nos campos cuidando das ovelhas na noite em que Jesusnasceu. O mês judaico de Kislev, correspondente aproximadamente à segunda metade de novembro e primeira metade de dezembro no calendário gregoriano era um mês frio e chuvoso. O mês seguinte é Tevet, em que ocorrem as temperaturas mais baixas do ano, com nevadas ocasionais nos planaltos. Isto é confirmado pelos profetas Esdras e Jeremias, que afirmavam não ser possível ficar de pé do lado de fora devido ao frio.

Entretanto, o evangelista Lucas afirmava que havia pastores vivendo ao ar livre e mantendo vigias sobre os rebanhos à noite perto do local onde Jesus nasceu. Como estes fatos seriam impossíveis para um período em que seria impossível ficar de pé ao lado de fora em função do frio, logo Jesus não poderia ter nascido no dia em que o Natal é celebrado, e sim na primavera ou no verão. Por isso, a maioria dos estudiosos consideram que Jesus não nasceu dia 25 de dezembro, a menos que a passagem que narra o nascimento de Jesus tenha sido escrita em linguagem alegórica. Diga-se de passagem que visto que Jesus viveu trinta e três anos e meio e morreu entre 22 de março e 25 de abril, ele não poderia realmente ter nascido em 25 de dezembro.

Símbolos e tradições do Natal

Árvore de Natal

Entre as várias versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, a mais aceita atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma Protestante do século XVI. Olhando para o céu através de uns pinheiros que cercavam a trilha, viu-o intensamente estrelado parecendo-lhe um colar de diamantes encimando a copa das árvores. Tomado pela beleza daquilo, decidiu arrancar um galho para levar para casa. Lá chegando, entusiasmado, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra e, chamando a esposa e os filhos, decorou-o com pequenas velas acesas afincadas nas pontas dos ramos. Arrumou em seguida papéis coloridos para enfeitá-lo mais um tanto. Era o que ele vira lá fora. Afastando-se, todos ficaram pasmos ao verem aquela árvore iluminada a quem parecia terem dado vida. Nascia assim a árvore de Natal. Queria, assim, mostrar as crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo.

Na Roma Antiga, os Romanos penduravam máscaras de Baco em pinheiros para comemorar uma festa chamada de "Saturnália", que coincidia com o nosso Natal.

Presépio

Presépio tradicional português - com musgo, vegetação e peças de cerâmica avulsas

As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis, além das representações teatrais semi-litúrgicas que aconteciam durante a Missa de Natal serviram de inspiração para que se criasse o presépio. A tradição católica diz que o presépio (do lat. praesepio) surgiu em 1223, quando São Francisco de Assis quis celebrar o Natal de um modo o mais realista possível e, com a permissão do Papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, da Virgem Maria e de José, juntamente com um boi e um jumento vivos e vários outros animais. Nesse cenário, foi celebrada a Missa de Natal.

O sucesso dessa representação do Presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres européias e de lá foi descendo até as classes mais pobres. Na Espanha, a tradição chegou pela mão do Rei Carlos III, que a importou de Nápoles no século XVIII. Sua popularidade nos lares espanhóis e latino-americanos se estendeu ao longo do século XIX, e na França, não o fez até inícios do século XX. Em todas as religiões cristãs, é consensual que o Presépio é o único símbolo do Natal de Jesus verdadeiramente inspirado nos Evangelhos.

Decorações natalícias

Decoração de Natalem Shopping Centerem Porto Alegre, Brasil

Uma outra tradição do Natal é a decoração de casas, edifícios, elementos estáticos, como postes, pontes e árvores, estabelecimentos comerciais, prédios públicos e cidades com elementos que representam o Natal, como, por exemplo, as luzes de natal e guirlandas. Em alguns lugares, existe até uma competição para ver qual casa, ou estabelecimento, teve a decoração mais bonita, com direito a receber um prémio.

Amigo secreto ou oculto

No Brasil, é muito comum a prática entre amigos, funcionários de uma empresa, amigos e colegas de escola e na família, da brincadeira do amigo oculto (secreto). Essa brincadeira consiste de cada pessoa selecionar um nome de uma outra pessoa que esteja participando desta (obviamente a pessoa não pode sortear ela mesma) e presenteá-la no dia, ou na véspera. É comum que sejam dadas dicas sobre o amigo oculto, como características físicas ou qualidades, até que todos descubram quem é o amigo oculto. Alguns dizem características totalmente opostas para deixar a brincadeira ainda mais divertida. Imagem:Aagnello imoveis.bmp

Anúncio do anjo e nascimento de Jesus

O nascimento de Jesus se deu por volta de dois anos antes da morte do Rei Herodes, denominado "o Grande", ou seja, considerando que este morreu em 4 AEC, então Jesus só pode ter nascido em 6 AEC. Segundo a Bíblia, antes de morrer, Herodes mandou matar os meninos de Belém até aos 2 anos, de acordo com o tempo que apareceu a "estrela" aos magos. (Mateus 2:1, 16-19 - Era seu desejo se livrar de um possível novo "rei dos judeus").

Ainda, segundo a Bíblia, antes do nascimento de Jesus, Octávio César Augusto decretou que todos os habitantes do Império fossem se recensear, cada um à sua cidade natal. Isso obrigou José a viajar de Nazaré (na Galileia) até Belém (na Judeia), a fim de registar-se com Maria, sua esposa. Deste modo, fica claro que não seria um recenseamento para fins tributários.

"Este primeiro recenseamento" fora ordenado quando o cônsul Públio Sulplício Quiríno "era governador [em gr. hegemoneuo] da Síria [província imperial].” (Lucas 2,1-3 – O termo grego hegemoneuo vertido por “governador”, significa apenas “estar liderando” ou “a cargo de”. Pode referir-se a um “governador territorial”, “governador de província” ou “governador militar”. As evidências apontam que nessa ocasião, Quiríno fosse um comandante militar em operações na província da Síria, sob as ordens directas do Imperador.)

Sabe-se que os governadores da Província da Síria durante a parte final do governo do Rei Herodes foram: Sentio Saturnino (de 9 AEC a 6 AEC), e o seu sucessor, foi Quintilio Varo. Quirínio só foi Governador da Província da Síria, em 6 EC. O único recenseamento relacionado a Quirínio, documentado fora dos Evangelhos, é o referido pelo historiador judeu Flávio Josefo como tendo ocorrido no início do seu governo (Antiguidades Judaicas, Vol. 18, Cap. 26). Obviamente, este recenseamento não era o “primeiro recenseamento”.

A viagem de Nazaré a Belém – distância de uns 150 km- deveria ter sido muito cansativa para Maria que estava em adiantado estado de gravidez. Enquanto estavam em Belém, Maria teve o seu filho primogénito. Envolveu-o em faixas de panos e o deitou em uma manjedoura, porque não havia lugar disponível para eles no alojamento [isto é, não havia divisões disponíveis na casa que os hospedava; em gr. tô kataluma, em lat. in deversorio]. Maria necessitava de um local tranquilo e isolado para o parto (Lucas 2:4-8). Lucas diz que no dia do nascimento de Jesus, os pastores estavam no campo guardando seus rebanhos “durante as vigílias da noite”. Os rebanhos saíam para os campos em Março e recolhiam nos princípios de Novembro.

A vaca e o jumento junto da manjedoura conforme representado nos presépios, resulta de uma simbologia inspirada em Isaías 1:3 que diz: “O boi conhece o seu possuidor, e o jumento a manjedoura do seu dono; mas Israel não têm conhecimento, o meu povo não entende”. Não há nenhuma informação fidedigna que prove que havia animais junto do recém-nascido Jesus. A menção de “um boi e de um jumento na gruta” deve-se também a alguns Evangelhos Apócrifos.

A estrela de Belém

Após o nascimento de Jesus em Belém, ainda governava a Judeia o Rei Herodes, chegaram “do Oriente à Jerusalém uns magos guiados por uma estrela ou um objecto controverso que, segundo a descrição do Evangelho segundo Mateus, anunciou o nascimento de Jesus e levou os Três Reis Magos ao local onde este se encontrava. A natureza real da Estrela de Belém e alvo de discussão entre os biblistas.

Visita dos magos

Os “magos”, em gr. magoi, que vinham do Leste de Jerusalém, não eram reis. Julga-se que terá sido Tertuliano de Cartago, que no início do 3.º Século terá escrito que os Magos do Oriente eram reis. O motivo parece advir de algumas referências do Antigo Testamento, como é o caso do Salmo 68:29: “Por amor do Teu Templo em Jerusalém, os reis te trarão presentes.”

Em vez disso, os “magos” eram sacerdotes astrólogos, talvez seguidores do Zoroastrismo. Eram considerados “Sábios”, e por isso, conselheiros de reis. Podiam ter vindo de Babilónia, mas não podemos descartar a Pérsia (Irão). São Justino, no 2.º Século, considera que os Magos vieram da Arábia. Quantos eram e os seus nomes, não foram revelados nos Evangelhos canónicos. Os nomes de Gaspar, Melchior e Baltazar constam dos Evangelhos Apócrifos. Deduz-se terem sido 3 magos, em vista dos 3 tipos de presentes. Tampouco se menciona em que animais os Magos vieram montados.

Outro factor muito importante tem haver com a existência de uma grande comunidade de raiz judaica na antiga Babilónia, o que sem dúvida teria permitido o conhecimento das profecias messiânicas dos judeus, e a sua posterior associação de simbolismos aos fenómenos celestes que ocorriam.

Saudação “Feliz Natal” em várias línguas

O personagem Papai Noel (português brasileiro) ou Pai Natal (português europeu) foi inspirado em São Nicolau Taumaturgo, arcebispo de Mira, no século IV. Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo inteiro.[1]

Índice

[esconder]

Divulgação

Uma das pessoas que ajudaram a dar força à lenda do Papai Noel foi Clemente Clark Moore, um professor de literatura grega de Nova Iorque, que lançou o poema Uma visita de São Nicolau, em 1822, escrito para seus seis filhos. Nesse poema, Moore divulgava a versão de que ele viajava num trenó puxado por renas. Ele também ajudou a popularizar outras características do bom velhinho, como o fato dele entrar pela chaminé.

O caso da chaminé, inclusive, é um dos mais curiosos na lenda de Papai Noel. Alguns estudiosos defendem que isso se deve ao fato de que várias pessoas tinham o costume de limpar as chaminés no Ano Novo para permitir que a boa sorte entrasse na casa durante o resto do ano.

No poema, várias tradições foram buscadas de diversas fontes e a verdadeira explicação da chaminé veio da Finlândia. Os antigos lapões viviam em pequenas tendas, semelhantes a iglus, que eram cobertas com pele de rena. A entrada para essa “casa” era um buraco no telhado.

A última e mais importante característica incluída na figura do Pai Natal é sua blusa vermelha e branca. Antigamente, ele usava cores que tendiam mais para o marrom e costumava usar uma coroa de azevinhos na cabeça, mas não havia um padrão.

Seu atual visual foi obra do cartunista Thomas Nast[2], na revista Harper’s Weeklys, em 1886, na edição especial de Natal. Em alguns lugares na Europa, contudo, algumas vezes ele também é representado com os paramentos eclesiásticos de bispo, tendo, em vez do gorro vermelho, uma mitra episcopal.

O mito da Coca-Cola

É amplamente divulgado pela internet e por outros meios que a Coca-Cola seria a responsável pelo atual visual do Papai Noel (roupas vermelhas com detalhes em branco e cinto preto), mas é historicamente comprovado que o responsável por sua roupagem vermelha foi o Cartunista americano Thomas Nast, em 1866 na revista Harper’s Weeklys.

Papai Noel até então era representado com roupas de inverno, porém na cor verde. O que ocorre é que em 1931 a Coca-Cola teria realizado uma grande campanha publicitária vestindo Papai Noel ao mesmo modo de Nast, com as cores vermelha e branca o que foi bastante conveniente já que estas são as cores de seu rótulo. Tal campanha fez um enorme sucesso e a nova imagem de Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo. Portanto a Coca-Cola foi responsável por ajudar a difundir o mito tal qual ele é, mas, de forma alguma por criar a figura tão conhecida de Papai-Noel.

O Papai Noel ou Pai Natal da Lapônia

Nos países do norte da Europa, diz a tradição que o Papai Noel não vive propriamente no Pólo Norte, mas sim na Lapônia, mais propriamente na cidade de Rovaniemi, onde de fato existe o “escritório do Papai Noel” bem como o parque conhecido como “Santa Park”, que se tornou uma atração turística do local. Criou-se inclusive um endereço oficial como a residência do Papai Noel, a saber:

Santa Claus -
FIN-96930 Arctic Circle -
Rovaniemi - Finlândia
http://www.santaclausoffice.fi

Em função disso, a região de Penedo, distrito de Itatiaia, no Rio de Janeiro, que é uma colônia finlandesa, se auto-declarou como a “residência de verão” do Pai Natal.

As renas do Papai Noel ou do Pai Natal

As renas do Papai Noel ou de o Pai Natal são as únicas renas do mundo que sabem voar, ajudando o Papai Noel ou o Pai Natal entregar os presentes para as crianças do mundo todo na noite de Natal. Quando o Papai Noel ou o Pai Natal pede para serem rápidas, elas podem ser as mais rápidas renas do mundo. Mas quando ele quer, elas tornam-se lentas. O mito das renas foi inventado na Europa, no século XIX.

A quantidade de renas que puxam o trenó é controversa, tudo por causa da rena conhecida como Rudolph. Existe uma lenda que diz que Rudolph teria entrado para equipe de renas titulares por ter um nariz vermelho e brilhante, que ajuda a guiar as outras renas durante as tempestades. E, a partir daquele ano, a quantidade de renas passou a ser nove, diferente dos trenós tradicionais, puxados por oito renas. Tal lenda foi criada em 1939 e retratada no filme Rudolph, a Rena do Nariz Vermelho (1960 e 1998).

O nome das renas, em inglês são: Rudolph, Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Donner e Blitzen. E em português são: Rodolfo, Corredora, Dançarina, Empinadora, Raposa, Cometa, Cupido, Trovão e Relâmpago.

Nome do Papai Noel em vários países

Imagem de Papai Noel utilizado como decoração de Natal em cima de um relógio na cidade PoáSPBrasil.

A “bota” do Papai Noel em Brasília.

Árvore de Natal:

Segundo a estória mais aceitável, a árvore de natal teria surgido na Alemanha na Idade Média. Um certo dia, o célebre Martinho Lutero, o criador das 95 teses, estaria andando por uma floresta de pinheiros. Ao reparar no céu loteado de estrelas ficou fascinado com sua beleza e com a lembrança de que Deus disse a Abrão que sua descendência seria tanta quanto as estrelas existentes no céu. A descendência é simbolizada por frutos de uma árvore. Deus plantou uma árvore, no jardim doÉdem, chamada “árvore da Vida“, que representa Jesus e seus frutos, os gerados de Cristo. O fato de apresentá-la no final de dezembro e início de janeiro é para lembrar o “Ano Domini” qual Jesus foi o marco zero.

Presépio

Presépio no Santuário de Fátima

O presépio é uma referência cristã que remete para o nascimento de Jesus na gruta de Belém, na companhia de José e Maria. Conta a Bíblia que, depois de muito tempo à procura de um lugar para albergar o casal, que se encontrava em viagem por motivo de recenseamento de toda a Galileia, José e Maria tiveram que pernoitar numa gruta ou cabana nas imediações de Belém. De acordo com a mesma fonte, Jesus nasceu numa manjedoura destinada a animais (no presépio, uma vaca e um burro) e foi reconhecido, no momento do nascimento, por pastores da região, avisados por um anjo, e, dias mais tarde, por magos (ou reis) vindos do oriente, guiados por uma estrela, que teriam oferecido ouro, incenso e mirra ao recém-nascido.

Segundo a história, estes acontecimentos ocorreram no tempo do rei Herodes, que teria mandado matar todas as crianças por medo de perder o seu trono para o futuro rei dos judeus.

Um costume de Natal

Tornou-se costume em várias culturas montar um presépio quando é chegada a época de Natal. Variam em tamanho, alguns em miniatura, outros em tamanho real. O primeiro presépio do mundo teria sido montado em argila por São Francisco de Assis em 1223. Nesse ano, em vez de festejar a noite de Natal na Igreja, como era seu hábito, o Santo fê-lo na floresta de Greccio, para onde mandou transportar uma manjedoura, um boi e um burro, para melhor explicar o Natal às pessoas comuns, camponeses que não conseguiam entender a história do nascimento de Jesus. O costume espalhou-se por entre as principais Catedrais, Igrejas e Mosteiros da Europa durante a Idade Média, começando a ser montado também nas casas de Reis e Nobres já durante o Renascimento. Em 1567, a Duquesa de Amalfi mandou montar um presépio que tinha 116 figuras para representar o nascimento de Jesus, a adoração dos Reis Magos e dos pastores e o cantar dos anjos. Foi já no Século XVIII que o costume de montar o presépio nas casas comuns se disseminou pela Europa e depois pelo mundo.

O presépio em Portugal

Presépio Tradicional Português: com musgo, vegetação e peças de cerâmica avulsas

Em Portugal, o presépio tem tradições muito antigas e enraizadas nos costumes populares. Este é montado no início do Advento sem a figura do Menino Jesus que só é colocada na noite de Natal, depois da Missa do Galo. Tradicionalmente, é perto do presépio que são colocados os presentes que são distribuídos depois de se colocar a imagem do Menino Jesus. O presépio é desmontado a seguir ao Dia de Reis. Na maioria das cidades o presépio é montado pelas autarquias e em algumas tenta-se ter o maior presépio, como é o caso de Vila Nova de Famalicão. No entanto foi Alenquer que ganhou o epíteto de Vila Presépio depois de, em 1968, ter iniciado a tradição de montar um gigantesco presépio elaborado pelo pintor Álvaro Duarte de Almeida numa das colinas da cidade.

O Presépio Tradicional Português é – ao contrário do que encontramos nos outros países – formado por figuras tão diversas que não correspondem exactamente à época que deveriam representar. À excepção das figuras da Sagrada Família (São José, Virgem Maria e Menino Jesus), dos pastores e dos Três Reis Magos, todas as restantes figuras que surgem no Presépio Tradicional Português foram adicionadas com vista a dar uma representação “mais portuguesa” à história da Natividade. Assim, podemos encontrar figuras como: um moleiro e o seu moinho, uma lavadeira, alguns bailarinos de um rancho folclórico, uma mulher com um cântaro na cabeça, entre muitos outros personagens divertidos e tipicamente portugueses. A origem destas peças é da Região Norte de Portugal e, ainda hoje, são todas produzidas com origem artesanal.

Por sua vez, no Alentejo, o Presépio mais característico é o de Estremoz.

As cenas da Natividade de setecentos modeladas ao modo de Estremoz, resultam do trabalho das barristas de adaptação ao gosto e tradição local, dos grandes Presépios realizados em barro por artistas como Joaquim Machado de Castro.

No inicio do séc. XX estavam praticamente em desuso e a produção era rara. Sebastião Pessanha encomenda ainda um Presépio na década de 10, com 60 peças. Disse-lhe Gertrudes Rosa Marques (uma das últimas bonecreiras que ainda trabalhava em Estremoz) que já não saia um da sua oficina há muitos anos, facto que atesta o desuso da representação da Natividade nos antigos moldes.

Entretanto, durante o Regime do Estado Novo, aos bonecos de Estremoz é dado um novo alento, conhecendo os Presépios locais uma fantástica inovação, que substituiu mesmo a antiga tradição. Nos anos 30, o Director da Escola de Artes e Oficios local, o gaiense José Maria Sá Lemos, com a preciosa assistência do Mestre Oleiro Mariano da Conceição, junta os famosos Tronos de cascata de Santo António, com as principais figurinhas que compõem um Presépio. A cena passa então a ser composta por 9 peças, mais o Trono (ou Altar como alguns lhe chamam), onde estão os três Reis Magos no degrau maior, estando ao meio a Sagrada Família com o Menino dentro da Mangedoura, e no terceiro e último degrau estão três Pastores ofertantes. Hoje é este o Presépio que se considera tradicional em Estremoz.


O NATAL – Longe de ser uma festa cristã

Observado por quase todos os cristãos, o dia de Natal – que, no Ocidente, é

comemorado em 25 de Dezembro e, no Oriente, como na Igreja Ortodoxa Russa, em 6

de Janeiro – traz em si uma mistura de cultos pagãos e o desejo, não muito puro,

que tiveram as autoridades da igreja romana de substituir festas pagãs, pelo

nascimento de Jesus, nosso Senhor.

A primeira destas celebrações que tentaram “cristianizar” era a festa mitraica

(a religião persa rivalizava com o cristianismo naqueles dias) do natalis invict

Solis (nascimento do vitorioso Sol). Havia também várias outras festividades

pagãs decorrentes do solstício de inverno – quando o Sol começa a se reaproximar

da Terra do hemisfério norte, fazendo com que os dias comecem a ficar mais

longos -, como as saturnalia em Roma – festa pagã com muitos excessos. Nesta

festividade, permitia-se aos escravos terem os mesmos direitos que os seus

senhores. E havia, ainda, os cultos solares entre os celtas e os germânicos.

A festa do Natal teve sua origem na Igreja Católica Romana, e desta, se estendeu

ao protestantismo e ao resto do mundo. A idéia de arranjar um dia para comemorar

o nascimento de Cristo não existia na época dos apóstolos. Por quase 250 anos, a

Igreja não se deu a trabalho de comemorar o nascimento do Senhor. Eles estavam

preocupados em ensinar a razão da vinda dEle, e não o seu dia natalício, o que,

se comemorando, certamente se tornaria um objeto de idolatria, tal como se vê

hoje.

Existia uma pluralidade de datas sugeridas pelos eclesiásticos para a

comemoração do Natal: 2 de Janeiro; 25 de Março; 18 de Abril; 19 de Abril; 20 de

Maio; e 25 de Dezembro. Esta última surgiu, como o dia de Natal pela primeira

vez, no calendário de Philocalus, no ano 354 da nossa era. No ano 245, Orígenes,

considerado um dos pais da Igreja, repudiou a idéia de determinar um dia para a

festividade do Natal, afirmando que queriam comparar o Senhor Jesus a um faraó.

Ezequiel 8: 14-18 – E levou-me à entrada da porta da casa do Senhor, que está da

banda do norte, e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando por Tamuz.

E disse-me: Viste, o filho do homem? Verás ainda abominações maiores do que

estas.

E levou-me para o átrio interior da casa do Senhor, e eis que estavam à entrada

do templo do Senhor, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens,

de costas para o templo do Senhor, e com os rostos para o Oriente; eles adoravam

o sol virados para o Oriente.

Então me disse: Viste, filho do homem? Há cousa mais leviana para a casa de

Judá, do que essas abominações, que fazem aqui? Havendo enchido a terra de

violência, tornam a irritar-me; e, ei-los a chegar o ramo ao seu nariz.

Pelo que também eu procederei com furor; o meu olho não poupará, nem terei

piedade; ainda que me gritem aos ouvidos com grande voz, eu não os ouvirei.

Atualmente, o natal é celebrado das mais variadas maneiras. A mais perversa é o

sentido comercial que ele tomou; em que os comerciantes enfeitam suas lojas, as

prefeituras fazem o mesmo com as cidades, as famílias se reúnem, não para

comemorar o nascimento do Salvador, mas para festejar o natal com bebidas,

carnalidade e tantas coisas mais.

Para a comemoração do natal, não é de hoje que várias idéias foram criadas, a

fim de tornar a celebração mais emocionante, idéias estas que dariam mais vida à

festa de natal. Coube a São Francisco de Assis a introdução do presépio no

século XIII. No Brasil, é a celebração que mais profundamente está enraizado no

sentimento nacional, sugerindo riquíssimo material poético e folclórico, com

base na religiosidade.

Quanto à figura lendária de Papai Noel, ela deriva-se de São Nicolau (século

IV), bispo da Ásia Menor, santo venerado pelos gregos e latinos em dezembro,

que, ao contrário da figura bonachona e barbuda do conhecido Bom Velhinho, era

austero, porem com reputação de homem que fazia o bem e era generoso. Conta-se

uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem

pobre…deu origem ao costume de dar presente em secreto na véspera de dia de

São Nicolau (6 de Dezembro), data que depois foi transferida pra o dia de natal.

Daí a associação de natal a São Nicolau.

A Origem da Árvore de Natal

A árvore de Natal é de origem germânica. No tempo de São Bonifácio, foi adotada

para substituir os sacrifícios ao Carvalho sagrado de Odin, adorando-se uma

árvore em homenagem ao Deus-menino.

No Carvalho sagrado de Odin, eram colocados presentes, para que as crianças

pegassem, fato parecido com o que acontece hoje nas festas de Cosme e Damião, em

que as pessoas oferecem doces e presentes à criançada.

Odin era um deus da mitologia germânica, chamado também de Wotan. Era

considerado o demônio da tempestade, depois o demônio do mundo. Tinha dois

irmãos, Vili e Vé. Segundo a lenda, Odin e seus irmãos mataram o gigante Ymir e

de sua carne formaram a terra; de seu sangue, formaram o mar; dos ossos, criaram

as montanhas; dos cabelos, fizeram as árvores; e do seu crânio, a abóbada

celeste. Fizeram, ainda, de dois troncos de árvore, o primeiro par humano, Ak e

Embla. Esta é uma explicação grosseira que o inferno usa para substituir os atos

da criação que o nosso Deus realizou, tal como descritos em Gênesis 1.

A principal função “divina” de Odin era a de deus da guerra; trazia na mão a

lança Gungnir, cujo golpe nenhuma força poderia conter, e montava o cavalo

Sleipnir, que tinha oito patas, e no qual cavalgou até Yggdrasill – a árvore

onde se sacrificou, para si mesmo, pendurado e perfurado por uma lança nesta

“Árvore do Mundo” (ou “Grande Árvore”).

Ele tinha, ainda, o Dom de tomar múltiplas formas. Quando surgia como humano,

adquiria as feições de uma homem barbudo, caolho, usando um chapéu de abas

largas e se envolvia numa vasta capa. Como os “santos” romanos não conseguiam

acabar com esta adoração fetichista, trocaram a adoração à “Árvore do Mundo”

pela árvore de Natal.

A árvore de Natal recapitula a idéia de adoração à árvore. Castanhas, bolas,

simbolizam o sol. Todas as atividades do Solstício de inverno tem sido

absorvidas do dia de natal.

Jeremias 10:3-4 – “… pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do

bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com

ouro enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que se mova…”.

Em vários textos da Palavra de Deus encontramos a árvore verde associada à

idolatria e a adoração falsa (I Reis 14:23; Deuteronômio 12:2; II Reis 17:10;

Isaías 57: 5 e 44:14-17; Oséias 4: 13; Deuteronômio 16:21). No último texto há

uma proibição: “Não plantarás nenhuma árvore como asera”.- asherah, talvez

árvores sagrada, símbolo de idolatria. Os povos da antigüidade possuíam o mau

hábito, de utilizar a madeira bem como árvores para fins de idolatria.

Guirlanda

A coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas, que enfeita aporta de tantos

lares é de origem pagã. Nem sempre as guirlandas são utilizadas como enfeites de

cabeça, mas servem por vezes como oferendas com o signo do círculo

(durabilidade) em celebrações e funerais por exemplo. Desse modo, na antigüidade

o símbolo do anel era associado àquele da vitalidade do mundo vegetal. Eram

coroados com guirlandas, os vencedores das competições esportistas, mas também

as vítimas sacrificiais “… As coroas de loura eram símbolo de Apolo, as de

salsinha eram usadas durante as festas realizadas na Neméia em honra a Zeus (por

vezes se usavam guirlandas de oliva); as coroas de espigas eram consagradas a

Deméter (em latim Ceres = Semírames; a virgem Ceres era representada com uma

espiga de trigo na mão, que correspondia à deusa e seu filho; no Egito Ísis, e

Osíris; na Índia, Isva e Isvra, na Ásia, Cibele e Dionísio; em Roma, Fortuna e

Júpter; na Grécia, Irene e Plutos em seus braços). As feitas de pinho a

Posêidon, enquanto as feitas de funcho eram dedicadas ao deus Frígio da

agricultura, Sabázio. Coroas feitas de carvalho adornavam aqueles que salvavam

alguém da morte…”.

As guirlandas na realidade não tem nenhuma conotação com o nascimento de Jesus

Cristo, a não ser no momento mais difícil de dor e tristeza, ele foi presenteado

pelos soldados romanos com uma Guirlanda de Espinhos.

Velas – são uma velha tradição pagã, pois se acendia ao acaso para reanimar o

deus sol.

Troca de Presentes – é característico tanto do natal quanto da Saturnália, e os

cristãos seguramente absorveram dos pagãos como demonstra com clareza o conselho

de Tertuliano.

A troca de presentes é a herança do festival romano de inverno, a Saturnália,

remanescentes do paganismo. Tertuliano menciona que a prática de trocar

presentes era parte da Saturnália. Não existe nada de errado em trocar

presentes, o erro está em misturar isso com o nascimento de Jesus. Na realidade

o costume de trocar presentes com parentes e amigos na época do “natal” nada tem

a ver com o cristianismo! Este costume não celebra o nascimento de Jesus nem o

honra, pois Ele mesmo quase não é lembrado, não sobra tempo para isso, tantas

são as atividades natalinas, compras, gatos, lautos banquete, para o “grande

dia”, que sobram poucas horas para Aquele que na verdade esperamos homenagear.

Não existe uma passagem no Novo Testamento falando que no nascimento de Jesus

houve troca de presentes entre os Reis Magos, mas eles é que presentearam a

Jesus. Na realidade o mês de dezembro é o mês que menos se investe na obra de

Deus, pois todos estão tão “ocupados” e nos dois meses que seguem, Janeiro e

Fevereiro tentam se recuperar dos gastos muitas vezes abusivos. Se a intenção é

presentear o Mestre, o certo seria investir em Sua obra aqui na Terra.

Pare agora e pense: Qual é na realidade a sua maior preocupação no “Natal”?

Em Mateus 1: 1 e 11, com respeito aos presentes que foram levados a Jesus:

“Quando Jesus nasceu em Belém da Judéia, nos dias do rei Herodes, vieram os

magos do oriente a Jerusalém dizendo: Onde está o rei dos judeus que é

nascido?…” “e ao entrar na casa, viram o menino com sua mãe Maria e

prostrando-se o adoraram; e abrindo os seus tesouros lhe ofereceram presentes:

ouro, incenso e mirra”.

Vemos que os magos perguntaram pelo menino Jesus nascido Reis dos judeus. Porém,

por que lhe levaram presentes? Por ser dia do seu nascimento? De maneira

nenhuma! Os magos chegaram vários dias ou semanas depois do seu nascimento. “No

Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as

mãos vazias. Esse costume ocorre com freqüência no Novo Testamento e ainda

persiste no Oriente e em alguma ilha do Pacífico Sul”. Os magos não estavam

instituindo um novo costume cristão de trocar presentes para honrar o nascimento

de Jesus Cristo. Procederam de acordo com um antigo costume oriental, que

consisti em levar presentes, ao apresentar-se perante um rei. Eles foram

pessoalmente à presença do REI dos judeus. Portanto, levaram oferendas da mesma

maneira que a rainha da Sabá levou ao rei Salomão, assim como hoje levam aqueles

que visitam um chefe de estado.

O costume de dar presentes de natal nada tem a ver com este acontecimento, é

apenas a continuação de um antigo costume pagão. Vejamos o que diz a Palavra de

Deus em Deuteronômio 12: 30-31: “guarda-te para que não te enlaces para as

seguires, depois que elas forem destruídas diante de ti; e que não perguntes

acerca dos seus deuses, dizendo: De que modo serviram estas nações os seus

deuses? Pois do mesmo modo também farei Eu. Não fará assim para com o Senhor teu

Deus; porque tudo que é abominável ao Senhor, e que Ele detesta, fizeram elas

para com os seus deuses; pois até seus filhos e suas filhas queimam no fogo aos

seus deuses”.

O profeta Jeremias também nos adverte com respeito aos costumes tradicionais da

sociedade que nos rodeia, 10: 2-3 diz: “Assim diz o Senhor: Não aprendais o

caminho das nações, nem vos espanteis som os sinais do céu; porque deles se

espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque

um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice…”.

Deus nos diz claramente na Sua Palavra, que não aceitará este tipo de culto

ainda que seja com a intenção de honrá-Lo. Diz-nos que isso é abominável, e,

portanto não honra senão aos falsos deuses pagãos.

“Sai dela povo Meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que

não incorras nas suas pragas”. (Apocalipse 18:4)

Temos participado de festas e costumes babilônicos muitas vezes sem percebermos,

praticamos os seus cultos sem sabermos na verdade a origem do ritual que

participamos. Mas existe um consolo maravilhoso: “… Deus não leva em conta o

tempo da ignorância…” (Atos 17:30).

Bibliografia:

“Desmascarando o Inimigo” de Vanda Nicolau


A fidelidade de Deus

Como o nosso Deus é fiel, muitas vezes deixamos de entregar para Ele aquilo que Ele quer de nós ou pede para nós. Olhamos ao nosso redor e vemos que temos tantos afazeres que parece que nunca vai sobrar tempo para o nosso Deus. É bem verdade que algumas pessoas acabam por se enganar na presença dEle. Por acharem que estão sendo assíduos nas reuniões, já estão fazendo o que Deus quer que realmente façam. Esse é um tipo de engano que muitos tem sofrido na presença de Deus, outros ainda se iludem por terem recebido uma bênção, uma cura etc, estão agradando a Deus e sendo fiéis para com Ele. Quando falo de fidelidade, não estou falando apenas da parte financeira, que também é importante é claro, mas fidelidade vai muito além disso. Fidelidade é estar com Jesus a todo tempo, ou melhor, em tempo e em fora de tempo. Mas o que isso realmente quer dizer? Estar com Deus em tempo e fora de tempo é não abandoná-lo em hipótese alguma, ou seja, você pode passar por qualquer momento da sua vida, qualquer tipo de provação, que nada abala a sua fé ou fidelidade para com o Senhor. Pois sabemos que se estamos passando por certos momentos difíceis, há um propósito, pois: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” Romanos 8.28. Se amamos a Deus é porque cremos nEle, se cremos é porque temos fé, a fé agrada a Deus e assim mostramos a nossa fidelidade para com Ele, afinal, somos chamados segundo o propósito dEle em nossas vidas. Na maioria das vezes como disse à pouco, temos tempo para tantas outras coisas e deixamos Deus sempre para quando sobra um tempinho… mas ainda assim, Ele continua sendo fiel, pois a sua misericórdia e o seu amor são infinitos. Se você não pensa assim, faça um reflexão da sua vida, dê uma olhadinha para trás e veja de onde você veio e como foi o seu passado antes de conhecer esse Deus maravilhoso, lembre-se das lutas e dificuldades que você já enfrentou, foram difíceis? Acredito que muitas delas foram muito difíceis, mas você não passou por elas? Não está de pé? Talvez ainda sentindo um pouco na sua carne ou na sua alma os estilhaços das lutas e batalhas travadas, mas isso, é porque SOMOS CHAMADOS SEGUNDO O PROPÓSITO DE DEUS, e quando somos chamados precisamos fazer a diferença, pois essas “coisas” (lutas, dores, estilhaços etc..) cooperam para o nosso bem, pois nos fortalece, nos aprimora, nos ergue, faz-nos amadurecer. Em 1Pedro 5.10 diz: “Ora, o Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à sua eterna glória, depois de terdes sofrido por um pouco, ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar.” É isso que o nosso Deus quer fazer com cada um de nós, vamos deixá-lo ser Senhor das nossas vidas de verdade e vamos ser mais fiéis com Ele, vamos dar mais de nós para Ele, vamos dar mais do que é nosso para Ele, isso é uma gratificação por tudo quanto Ele tem feito em nosso meio e ao nosso favor, pelo tanto que Ele tem sido fiel para conosco. Deus nos abençoe.


									

Oferta Desagradável a Deus…


Cheios de Deus ou Vazios de tudo?

Efésios 3.19: “E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento,  para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus”

Fico pensando às vezes como que algumas pessoas que estão dentro dos templos “buscando” à Deus conseguem viver sem Ele. Parece um paradoxo, mas é a pura realidade, a cada dia vemos pessoas entrando e saindo das “igrejas” como se fossem ali apenas para buscarem algo da parte de Deus, mas o pior de tudo que esse “algo” que buscam parece nunca encontrar, isso acontece porque as pessoas ainda não se deram conta que aquilo que precisam vai muito mais além daquilo que realmente estão buscando. Ou seja, buscam uma coisa, mas na verdade necessitam de outra. As pessoas tem estado atrás de algum tipo de bênção ou vitória específica para suas vidas sendo que na verdade a maioria delas nem vidas possuem. A Bíblia diz : “Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos que não crêem, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.” (2Co 4.4) ou seja, muitas pessoas pensam que acreditam, mas na verdade não acreditam em nada, ou melhor, acreditam sim, acreditam que Deus é obrigado a atender tudo aquilo de que elas necessitam, que Deus é obrigado a efetuar toda e qualquer cura sobre suas vidas porque fizeram uma promessa, um voto, um sacrifício, foram fiéis nos dízimos e nas ofertas, participaram de uma campanha ou coisa parecida. Na verdade essas pessoas não conseguem acreditar que Jesus Cristo já pagou o preço, já fez o sacrifício perfeito para que todos pudessem ter vida e vida abundante, pois todas as enfermidades Ele já levou consigo na cruz do calvário. Veja a oração do apóstolo Paulo para o povo de Deus: “Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toma o nome toda família, tanto no céu como sobre a terra, para que, segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior; e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus.”(Efésios 3.14-19) Isso é o que nós, líderes precisamos fazer a cada dia, ensinar o povo a buscar o alicerce que chama Jesus Cristo para serem fortalecidos com poder e estar alicerçados no amor de Cristo que excede todo o entendimento e assim serem cheios da plenitude de Deus que é vida abundante. Como sempre digo e sempre ensino o povo que Deus colocou para eu conduzir; Deus não está em nosso meio ou mesmo dentro de nós para nos dar o que desejamos, Deus está em nosso meio ou dentro de cada um de nós para que possamos adorá-lo em espírito e em verdade, sendo nós guiados pelo seu Espírito Santo para que a cada dia possamos testemunhar de sua presença, carinho, cuidado e amor e sobretudo transformação diária para que possamos buscar o seu reino em primeiro lugar e aí sim, as demais coisas das quais necessitamos receberemos pela fé e pela obediência como presente de Deus em nossas vidas, pois a bíblia diz que se atentamente ouvirmos a voz do Senhor nosso Deus, comeremos o melhor dessa terra. Que é melhor obedecer do que sacrificar. Então, não temos que ficar falando ou pedindo à Deus, temos que ouvir atentamente, guardar e praticar em obediência e as bênçãos do Senhor correrão atrás de cada um de nós e nos alcançarão. Deus quer que sejamos cheios da sua plenitude, cheios do seu Espírito, cheios de bênçãos, de milagres, de vitórias e não vazios de tudo. Quando estivermos em ambiente de culto, vamos cultuá-lo como Ele merece, só assim voltaremos para nossas casas, para nossas famílias, para o nosso trabalho cheios de fé, de esperança, de certeza, de vitórias, cheios de bênçãos e glorificando o nome do Senhor Jesus Cristo. Você pode até entrar vazio na presença de Deus, mas não pode e não deve nunca sair da mesma maneira que entrou.

Desejo à todos que Deus possa enchê-los com sua plenitude e você nunca mais saia da presença do Senhor vazio de tudo e cheio de nada, pelo contrário que você possa até chegar vazio, mas eu profetizo que após ler esse post, você sempre volte pra casa cheio de tudo de Deus.

Deus abençoe sua vida abundantemente em nome do Senhor Jesus Cristo.


ELE VIVE!


Na sua vida, quem está no LUGAR DAS DECISÕES?